Constituição Escritura dos estatutos foi assinada ontem num cartório notarial

Fonte: Diário de Viseu

 

No passado mês de Março, 26 dirigentes associativos da diáspora portuguesa participaram num Curso Mundial de Dirigentes Associativos da Diáspora, organizado pela Confraria dos Saberes e Sabores da Beira “Grão Vasco”, com o Alto Patrocínio do Gabinete do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. Representantes do Brasil, África do Sul, Argentina, Estados Unidos da América, Luxemburgo, Canadá, Alemanha, Suíça, Bélgica, França, Espanha e Andorra reuniram em Lisboa, e decidiram durante esse encontro criar uma plataforma inter-associativa a nível mundial, cuja estrutura deveria constituir-se de forma autónoma do Governo ou de movimentos políticos, empenhando-se no desenvolvimento de projectos que promovam o trabalho em rede e o reforço da participação cívica.

O projecto tornou-se ontem uma realidade, com a criaçãoda Federação Associativa da Diáspora, numa cerimónia que contou com a presença do almoxarife da Confraria dos Saberes e Sabores da Beira “Grão Vasco”, José Ernesto da Silva, que tem estado a liderar e a intermediar todo o processo, e alguns dos dirigentes associativos da diáspora que estiveram na génese da plataforma.

Depois de uma reunião, durante a manhã, o grupo procedeu ao início da tarde à assinatura da escritura dos estatutos, no cartório da notária Anabela Ferreira. Seguiu-se uma visita do grupo ao centro histórico. Em comunicado, a Confraria destaca o papel decisivo do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, através do apoio na realização do curso de formação de dirigentes associativos da diáspora e por ter lançado o desafio ao grupo para que se organizassem de forma autónoma.

Federação tem como objectivo promover o intercâmbio entre as diversas associações portuguesas espalhadas pelo mundo.

A Federação tem como objectivo promover o intercâmbio entre as diversas associa- ções portuguesas espalhadas pelo mundo, garantindo assim que as tradições, a língua e a cultura não se percam nas comunidades lusas que vivem no estrangeiro.

Para tal, será criada uma Plataforma Mundial na Internet através da qual será fomentada a interactividade entre as associações, divulgando as iniciativas que cada uma das instituições pretende levar a cabo.